É preciso deixar de hipocrisia e assumir: fumar é bom pra caralho.
via BLODA

T: Vem q eu não aguento mais viver aqui sozinho, pq sem teu carinho a vida é solidão
vem nesse momento e traz de volta o meu sorriso, meu bem pq eu preciso do seu coração
(L)
eu: Quero vc pra sentir tamanha e emoção. Só o amor poderá dar um fim na tristeza do meu coração. Aaah, vem pra ficar que a porta está aberta meu bem. É desejo demais, é paixão. <3
T: eu tinha esse CD do Soweto
ahuhuauhahuauha
tudo fica blueee quando o sol se põe pra luaaa
e hj eu fico falando do pagode do Alê… tsc tsc
meu passado me condena
eu: Ôooo se condena. E eu que FUI pro show do Soweto??
T: é, pra esse eu nao fui
mas eu fui pro É o Tchan e Timbalada
serve?
(bem bicha pré-adolescente)
eu: serve… mas eu ainda ganho, porque eu TAMBÉM fui pra esse.
(bem puta pré-adolescente)
Roupa colorida em alma preta e branca lá no Blog txt. da MTV.
E para não dizer que não falei de pautas, aproveita e lê também o texto sobre a queda da orbigatoriedade do diploma de jornalismo para exercício da profissão:
Não vou entrar no mérito de listar as antas diplomadas que exercem a profissão e nem mencionar os gênios formados em outras especialidades que sempre honraram o jornalismo.
A missão do jornalista é muito maior do que o que se ensina nas péssimas faculdades de comunicação e tem um compromisso importante demais com a verdade e o fluxo de informações para ter como condição um registro baseado num diploma “específico”.
Cada blogueiro iraniano usando o twitter para noticiar o que acontece por lá está praticando jornalismo. Cada garoto de favela que monta um jornalzinho da comunidade está habilitado para a profissão.
Esse com certeza será o assunto mais blogado de hoje.
Desculpa, mas é engraçado.
O final que ninguém conta pra gente sobre os contos de fada é esse: contas a pagar, barriga de cerveja e a metade do orçamento esvaindo-se em fraldas descartáveis.
Anos depois descobrimos (oh!) que no mundo real é tudoputaeviado e o que não está nesta classificação, é tudoputaria: faculdade, estágio e trabalho. Paquera, namoro e pseudocasamento – ou “amigados” ou “junção dos trapos” ou “vamos morar no meu quarto, na casa da minha mãe”. Imposto de renda, condomínio, tv a cabo. Para todos lados que você olhar, vai ter alguém de sombrancelhas levantadas e olhar insinuante querendo fazer putaria com você, seu dinheiro e a sua vida.
Aí, a gente passa tempos procurando o príncipe encantado – porque dizem que quem tem azar em tudo mais, tem sorte no amor ( ? ) – sem mal saber que ele do not ecxiste (by Padre Quevedo americanizado).
Perdeu, playboy.
No meu relógio são 10: 11, o do computador marca 09:45.
Mas olha, desde o dia que achei no rraurl algumas músicas do Little Boots, toda hora pra mim é meia noite e eu sempre tô no meio da balada, na pixta (pra negócios).
A britânica ( e linda e fashion e loira, ou seja baphon total) Victoria Hesketh ganhou meu coração desde o dia que os vi na MTV. Fiquei com o refrão de Mathematics gravado na cabeça e de Meddle também. Daí, já sabe: joguei no Google, favoritei o My Space e foi.
Agora, enquanto o mundo aqui fora (do meu fone de ouvido portador de necessidades especiais que só funciona de um lado) está acabando, eu tô MI JOGANDO no eletropop e me balançando igual esquizofrênica em frente ao computador ’cause No more poison killing my emotion, / I will not be frozen /Dancing is my remedy remedy oh. É certo que meus colegas de trabalho não devem crer que sou sã.
Arreda a cadeira, desgruda o mouse da mão e te joga na vibe em horário comercial. Uhul!
c: viu só? mulher fala pra caralho mesmo quando nem sabe falar
eu: “viu só? mulher fala pra caralho mesmo quando nem sabe falar” ¬¬
c: hahahahaha
e não é verdade?!
Se o drama de Little Edie e Edith Bealer se passase nos dias atuais, digamos que seria mais ou menos assim: ambas seriam descobertas, saturadas pela imprensa até a gente dizer chega e em pouco tempo tornariam-se história comum in memorian. Ninguém condenaria Jackie O. por fazer “vista grossa” às parentes e nunca teríamos um relato tão glamouroso sobre uma situação tão decadente como a de Grey’s Garden com direito a documentário e a filme produzido pela HBO.
As passarelas já se apropiaram do estilo de Edie, incorporando lenços na cabeça e broches art deco às coleções ou seja, nada se cria e tudo se transforma. O que era velho/antigo vira febre vintage entre os fashionistas de plantão nas Fashion Weeks do mundo.
Um recado:
Drew, fofa, congratulations. Te joga no tapete vermelho porque alguma coisa me diz que você leva um souvenir para casa na noite do Oscar.
Jessica, amor… você interpretando bêbadas parece sempre estar fazendo o remake de “Um bonde chamado desejo”. Ébrias não são o seu forte, na minha modesta opinião (que não interessa a ninguém, é claro).

Adorei o filme e já tô louca para ver o documentário.
Pitadas de opinião